Pedras no caminho

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...


Fernando Pessoa
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A biologia na política

Essa é só mais uma brincadeira com o sistema político vigente no Brasil, aqui estão reunidas algumas personalidades do cenário político contemporâneo que foram n-ésimas vezes envolvidos em escândalos diversos(de não pagamento de pensão alimentícia a desvios depositados na Suíça)e que mesmo assim continuam lá, exceto quem morreu, claro, e que são eleitos com margem segura de votos.
Pergunta que não quer calar: De quem é a culpa, do ladrão ou de quem permite que o ladrão volte ao poder por meio do próprio voto?


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Enquanto isso no Oriente Próximo...

É muito fácil falar daquilo que não se vive, opinar na realidade dos outros e propor soluções a problemas alheios. É isso que tem feito a maioria das pessoas, organizações e países em relação aos conflitos entre Israel e Gaza. Apontando culpados e apresentando soluções para a resolução dos embates...

Antes de qualquer pré-conceito devemos considerar alguns fatos históricos:

  • O povo judeu luta pela ‘terra prometida’ desde o êxodo do Egito (segundo a Bíblia).
  • Após todas as perseguições: pelos egípcios, romanos, muçulmanos [...] e, por fim, nazistas, foi possível a criação de um Estado judeu.
  • Com a concessão do território pela Inglaterra a ONU cria em 1948 o Estado de Israel e o que parecia ser o fim dos problemas, virou o inicio de uma guerra.

Daí em diante podem pensar o que quiserem...

Mas é claro que toda essa luta não justifica os ataques e as mortes, mas devem ser lavadas em consideração para evitar que se caia no senso comum.

Pesquisando sobre o assunto ainda encontrei em outros blogs dois textos que me chamaram a atenção. Um é Para entender o conflito em Gaza, de João Pereira Coutinho, colunista do Folha de S. Paulo publicado no blog do Luís Domingues (http://luizumc.wordpress.com/tag/israel/) o outro é Israel x Palestina publicado pelo Roberto Bartolomei Parentoni (http://plenariodojuri.blogspot.com/2009/01/por-orlando-jr.html), este último refere-se também ao senso comum dos meios de comunicação em relação ao conflito, por isso postei-os aqui.

Para entender o conflito em Gaza


Israel está novamente em guerra com os terroristas do Hamas, e não existe comediante na face da Terra que não tenha opinião a respeito. Engraçado. Faz lembrar a última vez que estive em Israel e ouvi, quase sem acreditar, um colega meu, acadêmico, que em pleno Ministério da Defesa, em Jerusalém, começou a “ensinar” os analistas do sítio sobre a melhor forma de acabarem com o conflito. Israel luta há 60 anos por reconhecimento e paz.

Mas ele, professor em Coimbra, acreditava que tinha a chave do problema. Recordo a cara dos israelenses quando ele começou o seu delírio. Uma mistura de incredulidade e compaixão.

Não vou gastar o meu latim a tentar convencer os leitores desta Folha sobre quem tem, ou não tem razão na guerra em curso. Prefiro contar uma história.

Imaginem os leitores que, em 1967, o Brasil era atacado por três potências da América Latina. As potências desejavam destruir o país e aniquilar cada um dos brasileiros. O Brasil venceria essa guerra e, por motivos de segurança, ocupava, digamos, o Uruguai, um dos agressores derrotados.

Os anos passavam. A situação no ocupado Uruguai era intolerável: a presença brasileira no país recebia a condenação da esmagadora maioria do mundo e, além disso, a ocupação brasileira fizera despertar um grupo terrorista uruguaio que atacava indiscriminadamente civis brasileiros no Rio de Janeiro ou em São Paulo.

Perante esse cenário, o Brasil chegaria à conclusão de que só existiria verdadeira paz quando os uruguaios tivessem o seu Estado, o que implicava a retirada das tropas e dos colonos brasileiros da região. Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.

Acontece que os uruguaios não pensam da mesma forma e, chamados às urnas, eles resolvem eleger um grupo terrorista ainda mais radical do que o anterior. Um grupo terrorista que não tem como objetivo a existência de dois Estados, mas a existência de um único Estado pela eliminação total do Brasil e do seu povo.

É assim que, nos três anos seguintes à retirada, os terroristas uruguaios lançam mais de 6.000 foguetes contra o Sul do Brasil, atingindo as povoações fronteiriças e matando indiscriminadamente civis brasileiros. A morte dos brasileiros não provoca nenhuma comoção internacional.

Subitamente, surge um período de trégua, mediado por um país da América Latina interessado em promover a paz e regressar ao paradigma dos “dois Estados”. O Brasil respeita a trégua de seis meses; mas o grupo terrorista uruguaio decide quebrá-la, lançando 300 mísseis, matando civis brasileiros e aterrorizando as populações do Sul.
Pergunta: o que faz o presidente do Brasil?

Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.

Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros e começaria a bombardear as posições dos terroristas uruguaios. Os bombardeios, ao contrário dos foguetes lançados pelos terroristas, não se fazem contra alvos civis -mas contra alvos terroristas. Infelizmente, os terroristas têm por hábito usar as populações civis do Uruguai como escudos humanos, o que provoca baixas civis.

Perante a resposta do Brasil, o mundo inteiro, com a exceção dos Estados Unidos, condena veementemente o Brasil e exige o fim dos ataques ao Uruguai.

Sem sucesso. O Brasil, apostado em neutralizar a estrutura terrorista uruguaia, não atende aos apelos da comunidade internacional por entender que é a sua sobrevivência que está em causa. E invade o Uruguai de forma a terminar, de um vez por todas, com a agressão de que é vítima desde que retirou voluntariamente da região em 2005.

Além disso, o Brasil também sabe que os terroristas uruguaios não estão sós; eles são treinados e financiados por uma grande potência da América Latina (a Argentina, por exemplo). A Argentina, liderada por um genocida, deseja ter capacidade nuclear para “riscar o Brasil do mapa”.

Fim da história? Quase, leitores, quase. Agora, por favor, mudem os nomes. Onde está “Brasil”, leiam “Israel”. Onde está “Uruguai”, leiam “Gaza”. Onde está “Argentina”, leiam “Irã”. Onde está “América Latina”, leiam “Oriente Médio”. E tirem as suas conclusões. A ignorância tem cura. A estupidez é que não.

Israel x Palestina


Vejam as regras que todo mundo deve ter em mente quando ouve os noticiários a noite ou lê os jornais de manhã:

Regra 1 - No Oriente Médio, são sempre os Árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Esta defesa chama-se represálias.

Regra 2 - Os Árabes Palestinos ou Libaneses, não tem o direito de matar civis. Isso se chama terrorismo.

Regra 3 - Israel tem todos os direitos de matar civis Árabes. Isso se chama Legitima Defesa.

Regra 4 - Quando Israel mata civis, as potencias ocidentais pedem que seja mais comedida. Isso se chama uma Reação da comunidade Internacional.

Regra 5 - Os palestinos e os Libaneses não têm o direito de capturar combatentes de Israel mesmo que o número dos capturados seja inferior a três soldados. Isso se chama seqüestrar pessoas indefesas.

Regra 6 - Os israelenses tem o direito de levar a qualquer hora e de qualquer lugar quantos Palestinos e Libaneses desejarem (atualmente são mais de 10 000 no total dos quais 300 são crianças, e 1000 são mulheres). Não há limite e não precisam ter provas de culpabilidade de crimes cometidos pelos seqüestrados. Basta mencionar a palavra Mágica "Terrorista" como justificativa. Pode Israel manter os seqüestrados presos definitivamente.

Regra 7 - Quando se menciona 'Hezbullah", é obrigatório na mesma frase dizer a expressão "apoiado e financiado pela Síria e pelo Iran".

Regra 8 - Quando se menciona "Israel", é proibido falar a expressão "apoiado ou financiado pelos Estados Unidos". Isso pode dar a impressão de que o conflito e desigual e que Israel não esta em perigo existencial.

Regra 9 - Nunca falar de "Territórios Ocupados" ou de resoluções da ONU, nem violações de direitos humanos ou internacionais nem da convenção de Geneva. Isso pode perturbar os israelenses ou os ocidentais especialmente os telespectadoras da CNN, da FOX, da BBC, etc.

Regra 10 - Tanto os Palestinos quanto os Libaneses são covardes que se escondem entre a população civil que não os querem. Eles dormem com as sua famílias nas suas casas. Isso se chama de covardia. Israel tem todo o direito de aniquilar os bairros onde eles estão. Isso é permitido e se chama de ações cirúrgica de alta valentia.

Regra 11 - Os Israelenses falam melhor o Inglês, o Francês, o Espanhol, o Português etc. que os Árabes. E por isso eles e os que os apóiam são mais entrevistados e tem mais oportunidade que os Árabes para explicar as presentes regras (de 1 a 10 Isso se chama de neutralidade jornalística)

Regra 12 - Todas as pessoas que não estão de acordo com o exposto acima são definitivamente Terrorista Anti-semitas de alta Periculosidade.




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Grande Dr. Pepper!

Um Blog que vem tirando o mudo todo do sério é o Dr.Pepper, surgido não sei como e criado pelo Daniel Thomazelli, um sem o que fazer pra lá de criativo, Dr. Pepper passou o Kibeloco e o Acidez Mental para trás sem muito esforço.


O Blog foi apontado pela revista Época, nº 548, como um dos mais acessados do país atualmente e na opinião de O Melhorzinho, é o melhor blog de humor da atualidade.
Vale a pena conferir!
Visite http://blog.drpepper.com.br

Cuidado para não estourar de rir!
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Por que "O Melhorzinho"?

Esses dias me perguntaram por que “O Melhorzinho”? Essa brincadeira surgiu no meu “segundo” primeiro ano do ensino médio, satirizando uma avaliação, na qual fui o melhor, por já tê-la feito no ano anterior, aí eu e a galera começamos com as resenhas...

Quando resolvi fazer um blog precisava de um nome que remetesse à ironia, já que no Brasil tudo é motivo de piada, onde não há conflito interno, a justiça é cega, preconceito não existe e o PFL pôde virar Democrata, por que então meu blog não poderia ser “O Melhorzinho”?

O nome coube com perfeição na proposta do blog, então ‘colou’. E como aqui a imprensa é livre e tem compromisso com a verdade, imparcial e inalterável. Vamos tocando o barco...


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Roberto e Caetano e a música de Tom

Há quem ache o Caetano insuportável e o Roberto ultrapassado, quem diga que o Caetano é imbecil e o Roberto enjoado e et cetera... Suponho que quem pense isto não tenha inteligência suficiente para entender o Caetano nem sensibilidade suficiente para sentir a música do Roberto. Mas não estou aqui apenas para defendê-los, então vamos ao que interessa!

O fato é que os dois realizaram a maior façanha da história da música brasileira, lançaram juntos um disco que fundi o talento imenso dos dois mais a música de Tom e a poesia de Vinicius, o resultado é uma obra de musicalidade doce, harmonia fina e encantamento profundo que provoca no apreciador uma sensação indescritível provocada por essa música.

A idéia surgiu nos festejos de 50 anos da Bossa Nova e deu mais que certo. Conseguiram nesse disco mais do que o Caetano em “Prenda Minha” ou o Roberto em “Amor Sem Limites” (que, em minha opinião, foram os melhores discos de cada um). Algo que só seria possível se fosse feito pelos dois, por isso ficou tão bem produzido.

Houve outras tentativas, tais como Caetano e Chico, Caetano e Gil ou Gal ou Bethânia ou Tropicália (todos juntos, exceto Chico) ou ainda com o Jorge Mautner nenhuma tentativa foi tão bem sucedida quanto à com o Roberto.

Enfim, é preciso ouvir o disco para entender o quero dizer e como sou um militante do MPLP (Movimento Pela Legalização da Pirataria (rsrsrs)) disponibilizo o link para quem quiser fazer o download!

http://lix.in/-33016b

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